No futebol, o controle emocional influencia no desempenho de um jogador tanto quanto a sua habilidade e o esquema tático e cuidar do peso é sempre um problema, principalmente se eles têm outros problemas.
Pasadena, Califórnia, Estados Unidos, 17 de julho de 1994. Brasil e Itália, então tricampeões, voltavam a se encontrar em uma final de Copa do Mundo depois de 24 anos. Os italianos confiavam na frieza do atacante Roberto Baggio, eleito o melhor jogador do mundo seis meses antes. Já os brasileiros apostavam na estrela de Romário, que havia ficado em segundo lugar na mesma eleição. Mas um frustrante 0 a 0 no tempo regulamentar e na prorrogação levou a decisão para os pênaltis.
Em momentos cruciais como a disputa de pênaltis, após 120 minutos de desgaste físico e mental, o talento, a agilidade e a força física de um atleta ficam em segundo plano. é necessário neste aspecto discutir quais as melhores formas de perder peso sem fazer dieta { CLIQUE AQUI PARA LER }Tende a sobressair quem mantém o equilíbrio e a cabeça no lugar. "Na maratona, por exemplo, a cabeça tem 50% de peso no desempenho do atleta", afirma Iberê de Castro Dias, corredor e blogueiro do site da RUNNER'S WORLD Brasil. "Só o fator psicológico explica como competidores com parâmetros similares, que treinam praticamente nas mesmas condições, podem obter resultados tão diferentes em uma prova."
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No caso dos esportes coletivos, como o futebol, a pressão que um time carrega para uma partida beira o insuportável. E desprezar tal fator pode derrubar esquemas táticos geniais e um trabalho impecável de preparação física. Na Copa dos Estados Unidos 1994, a equipe de Carlos Alberto Parreira tinha a responsabilidade de tirar o país de um jejum de 24 anos, desde a conquista do tri no México 1970.
Ainda estavam quentes na memória de todos os brasileiros os traumas das dolorosas eliminações em 1982, para a própria Itália, e em 1986, para a França, justamente na disputa de penalidades. Alguns jogadores daquela seleção, como Dunga, Branco, Bebeto e Romário, carregavam o peso da vergonha na Copa da Itália 1990. As duas primeiras cobranças de pênaltis daquela tarde deixaram claro o quanto o fator psicológico influenciaria no resultado. Do lado italiano, o experiente capitão Baresi se desesperou ao mandar a bola por cima do gol de Taffarel. Em seguida, o goleiro Gianluca Pagliuca acertou o canto e defendeu o chute do zagueiro Márcio Santos. Pressão dobrada para os dois lados.
Na sequência, Albertini abriu o placar e colocou sobre os ombros de Romário a responsabilidade de marcar o primeiro gol do Brasil. O baixinho fez sua parte e dali em diante nenhum brasileiro erraria outra cobrança.

